sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

PENÍNSULA DE MARAÚ. JÁ ESTOU CHEGANDO!

Férias! Depois de um ano intensas atividades, não vejo a hora de entrar de férias. Em Janeiro pretendo viajar para a Bahia, minha terrinha. Com muita expectativa aguardo rever amigos e familiares. Mas confesso que estou ansioso para chegar e desfrutar dos encantos da Península do Maraú. Você já ouviu falar?



A Bahia tem a maior costa litorânea do Brasil com inúmeras lindas e fascinantes praias. A Península de Maraú fica na Costa do Dendê, ao sul da Bahia, entre Morro de São Paulo e Itacaré. Só pela referência aos dois paraísos naturais vizinhos já é possível imaginar a riqueza das paisagens e ecossistemas da região.


São mais de 40 km de praias praticamente desertas o ano todo. Mesmo no verão, quando as pousadas ficam lotadas, as praias parecem vazias porque os turistas se dispersam pela vasta costa coberta de coqueirais.

Na maré baixa formam-se dezenas de piscinas naturais, lotadas de peixes, que surgem entre labirintos de arrecifes. Aliás, é importante consultar diariamente a tábua de marés porque as paisagens são capazes de se transformar completamente com as mudanças da lua e das marés.

Quero lhe apresentar alguns lugares desse fascinante paraíso na Bahia.

Barra Grande é a maior vila da península e ainda preserva a simplicidade caiçara. É a porta de entrada para Península de Maraú para quem vem de barco pela Baía de Camamu. Na vila da Barra é onde fica as principais pousadas e restaurantes da região.


A Ponta do Mutá, como o próprio nome sugere, é a ponta da Península. Um lugar muito bonito, sobretudo no final do dia. Como você pode ver, o por do sol ali é fascinante.



Praia dos Três Coqueiros é uma praia de mar aberto, com ondas fortes, areia grossa e clara e coqueirais. Possui hotéis e pousadas e casas de veraneio. Muito extensa, a praia é marcada pela presença de recifes que surgem da água na maré baixa, formando piscinas naturais. É o início de uma sucessão de longas praias interligadas que vai até a praia do Pontal, em Itacaré, a 50km ao sul.


A Praia de Taipus de Fora é considerada uma das mais belas do Brasil porque tem uma piscina natural de um quilômetro de extensão com peixes de todas as cores.







Lagoa do Cassange. Extensa, com ondas fracas e muitos coqueiros, a praia de Cassange tem areia mais fofa que as outras. Ali se encontra a Lagoa de Cassange, lagoa de água doce separada do oceano por uma faixa de areia de 300m de largura. A lagoa é boa para banho e esportes a vela. Tem pousadas. O Morro do Celular, parada obrigatória para quem vem de jipe de Itacaré, oferece uma vista panorâmica para a lagoa e parte da península.




Cahoeira de Tremembé. Um excelente passeio é visitar a bela cachoeira do Tremembé, a única no Brasil que deságua no mar. O barco chega tão perto da queda que é possível tocá-la antes de desembarcar.


Ilha da Pedra Furada. Localizada a 30 minutos de barco a partir da Praia de Barra Grande a ilha da pedra deve o seu nome a uma rocha cavada pela erosão. A ilha é bem pequena. Possui uma fonte natural e piscinas de águas cristalinas.


Acredito que você, assim como eu, está encantado com esse lugar. O Brasil é lindo! O Senhor Deus, o Criador de todas as coisas foi bem generoso conosco. Nosso país é lindo e precisamos conhecê-lo. Durante o mês de Janeiro, a Península de Maraú será o meu lugar de descanso.


Veja esse mapa e tente visualizar onde fica essa paraíso:


Quem quiser conhecer mais sobre esse lugar, acesse: www.taipus.net/marau/praias.php

Diante de toda a beleza da criação devemos nos curvar e adorar o bendito Deus criador.

"Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas”. Ap 4.11

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL!

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A PARABOLA DO FILHO PRÓDIGO


Charles Dickens considerava a parábola do Filho Pródigo como "a maior de todas as pequenas histórias já contadas". De fato esta pequena parábola é a maior de todas porque revela o grande amor de Deus pelo ser humano.

Um experiente teólogo disse “que a chave da parábola esta pendurada na porta da frente”. A chave para compreender a mensagem central dessa parábola nos é oferecida nos dois primeiros versículos do capítulo: “Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os escribas e fariseus dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.”

A gloriosa verdade que brilha nesta parábola, e que deve penetrar o nosso coração é o maravilhoso e incompreensível amor de Deus.

Na cultura judaica, mais especificamente na mentalidade religiosa dos escribas e fariseus, era quase inimaginável Deus perdoar e aceitar pecadores, incluindo os piores, os publicanos – estigmatizados como sendo a escória da sociedade.

A parábola do Filho Pródigo é uma ilustração do contraste que há entre o céu e terra. No céu há grande festa e irradiante alegria com o arrependimento dos pecadores, mas na terra, na sociedade dos homens, era inconcebível Deus buscando pecadores. Observem que o verbo murmurar é enfático e denota a idéia de que eles estavam criticando a atitude de Jesus com muita persistência.

Mas o Senhor Jesus diz que a alegria de Deus com a salvação de um único pecador é uma alegria muito maior do que existiria se houvesse 99 “justos que não precisam arrepender-se”.

O elemento principal é que há esperança para todos. O amor de Deus alcança o mundo inteiro, até mesmo publicanos e pecadores, aqueles que nós julgamos como sendo os piores. A graça de Deus é a revelação do seu amor aos que não merecem.

A parábola do Filho Pródigo revela de maneira surpreendente a gloriosa verdade de que Deus recebe pecadores e esta verdade é que possibilidade de um novo começo, a possibilidade de um novo início, uma nova oportunidade, uma nova chance.

Não podia haver caso pior do que o do Filho Pródigo. Todavia até mesmo ele pode começar de novo. Ele chegara ao fim de si mesmo, tinha tocado os limites máximos da degradação, caindo tanto que não podia descer mais! Não há quadro mais desesperador do que o desse jovem, num país distante, em meio aos porcos, sem dinheiro e sem amigos, desesperançado e miserável, abandonado e desalentado.

Mas até mesmo ele tem a oportunidade de um novo início; até mesmo ele pode começar outra vez. Há um ponto decisivo que pode resultar em êxito e felicidade, até mesmo para ele. O evangelho é a boa notícia de que Deus em Cristo salva o pecador. O evangelho é a boa notícia para um mundo sem esperança. O Senhor Jesus trouxe uma nova e real esperança para a humanidade.

O ensino de Jesus atraía as pessoas. Os publicanos e pecadores “chegavam-se a ele para ouvir” — pois sentiam que havia uma oportunidade até mesmo para eles e que nos ensinos desse homem havia uma nova e viva esperança. Isso irritava os fariseus. Eles sempre tinham considerado tais pessoas como irrecuperáveis, sem qualquer esperança de redenção. Essa era a opinião da maioria dos líderes religiosos. Mas Jesus era diferente deles todos. Ele recebe pecadores e isso torna possível um novo começo. Louvado seja Deus.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

PAPAI NOEL OU JESUS?

Por Hernandes Dias Lopes

Papai Noel começou a existir, segundo a tradição, na pessoa de São Nicolau, bispo de Mira, na Ásia Menor, no século IV d.C. Ele, segundo a tradição, foi um homem bondoso, que gostava muito das crianças, principalmente das pobres, a quem dava presentes. Essa figura mais tarde imortalizou-se num símbolo, que recebeu o nome de Papai Noel.

O tempo passou e um mito tomou o lugar de uma pessoa, Papai Noel tomou o lugar de Cristo. O Natal foi paganizado e secularizado. O sentido do Natal mudou. Até o Papai Noel mudou. O Papai Noel moderno é um mito, uma lenda, uma criação do comércio voraz. No início ele era a personificação do amor, das dádivas generosas. Hoje, ele virou garoto propaganda. Antes, ele era discreto, hoje, vive desfilando em carros alegóricos para provocar o apetite consumista da freguesia. Antes, ele dava presentes, hoje, vende presentes.

O Papai Noel foi concebido no ventre do consumismo materialista. Ele está a serviço do espírito mercantilista. Ele virou comerciante inveterado. O velho bojudo e barbado, de vestes vermelhas e com um grande saco nas costas, só traz alegria e presentes para as crianças que têm dinheiro. Ele passa longe das crianças pobres. Ele não se aproxima dos meninos de rua. Ele se transformou num comerciante sedento de lucro, num camelô inveterado, num símbolo do consumismo insaciável.
O Papai Noel de hoje é uma caricatura do espírito natalino; ele está na contra mão do sentido do Natal. O conteúdo do Natal é salvação. O espírito do Natal é doação. É Deus se fazendo homem, o rico se fazendo pobre, o senhor se fazendo servo. Natal é dádiva de amor. O Natal é para todos. O Natal é Jesus.

Papai Noel é um intruso, é uma farsa, uma mentira, um roubador de cena. Os holofotes precisam estar colocados sobre Jesus e não sobre ele. Jesus é o dono, o sentido e a razão do Natal. Natal sem Jesus é festa pagã. Natal sem Jesus é festa gastronômica. Natal sem Jesus é apenas mercantilismo vazio.

Precisamos recristianizar o Natal. Precisamos democratizar o Natal. O Natal são boas novas de grande alegria e de salvação para o todo o povo. Pobres e ricos podem comemorá-lo de igual modo. Precisamos devolver o Natal ao seu legítimo dono. Precisamos dar a glória devida a Jesus e fazer dele o centro do Natal. Precisamos comemorar o Natal com uma celebração festiva ao rei Jesus, que nasceu numa manjedoura, viveu como carpinteiro, morreu numa cruz, mas ressuscitou gloriosamente, para oferecer-nos o banquete da salvação. Que prevaleça a verdade sobre o mito!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

JESUS CRISTO, SENHOR DA VIDA

Faço das palavras de Johann Caspar Lavater as minhas palavras. Que meu Salvador, aquele que me amou e por mim quis morrer, ouça esta singela, sincera e simples oração. Com o coração contrito suplico:
Ò Senhor Jesus Cristo, cresce tu em mim,
E as outras coisas todas se retirarão.
Faze este pobre ego decrescer;
Sê tu a minha vida e a minha meta.
A minha escuridão Tua luz desvanece
Tua vida elimina a minha morte.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

AQUECIMENTO GLOBAL: UMA FARSA!


Quem assistiu o Canal Livre de ontem à noite (programa da Rede Bandeirante de Televisão) pôde testemunhar o modo contudente e irrefutável como o brilhante professor Luiz Carlos Molion desmacarou a farsa do "Aquecimento Global". Ele deixou claro que se trata de um artimanha politica dos países desenvolvidos com interesses econômicos. Não há fundamentação científica para essa histeria coletiva em torno desse suposto aquecimento do plantea. O que existe é uma manipulação flagrante por parte de cientistas cooptados por grupos políticos e econômicos de intenções escusas.


Segue abaixo uma instrutiva entrevista dado pelo professor Luiz Carlos Molion ao portal UOL.


Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?
Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

sábado, 12 de dezembro de 2009

O DIA DA BIBLIA

O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Thomas Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento - celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada dos primeiros missionários evangélicos, vindos da Europa e dos Estados Unidos.

Ao longo dos séculos, a humanidade mantém uma relação paradoxal com a Bíblia. “A Bíblia é o livro dos paradoxos: é o livro mais lido e o mais desconhecido. É o livro mais amado e o mais odiado. É o livro mais obedecido e o mais escarnecido. É o mais pregado e o mais combatido” (Hernandes Dias Lopes). O imperador Diocleciano, em março de 303 baixou um decreto de perseguição aos cristãos e a Bíblia. Tácito nos informa que: “Em todas as partes publicaram-se editos imperiais para que fossem arrasadas as igrejas, queimadas as Escrituras...”

O método mudou, mas o plano de destruição continua. A estratégia agora, sobretudo no Ocidente, não é queimar a Bíblia em praça publica. A artimanha maligna consiste em desacreditar a Bíblia, apresentando-a como sendo um livro eivado de erros, cheio de crenças supersticiosas atraentes apenas a massa ignara, constituída de pobres e incautos. Esse é o engodo dos inimigos do evangelho. É triste constatar que vivemos em uma cultura pós-cristã, cada vez mais alienada de Deus.

Um olhar retrospectivo constatará que as mais inteligentes mentes nos mais diversos campos do saber eram cristãs. Pessoas sábias e cultas que acreditavam na Bíblia como sendo a Palavra de Deus. Mesmo aquelas que não seguiam a Jesus, reconheciam a Bíblia como sendo um livro sui generis. Inmanuel Kant, um dos maiores filósofos da história, disse: "A existência da Bíblia, como um livro para o povo é o grande benefício que a raça humana já tem experimentado. Toda tentativa para menosprezar a Bíblia é um crime contra a humanidade." Por desprezar a Palavra de Deus o mundo comete suicídio coletivo.

Nós, cristãos evangélicos, somos herdeiros de uma rica tradição que reconhece a Bíblia como a Palavra de Deus. Devemos nos dispor diligentemente a conhecer, amar, viver e ensinar a Bíblia. Gratos ao Senhor, professamos: “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia! (Sl 119.97)